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segunda-feira, 7 de junho de 2010

A Filosofia


Posso afirmar, que o meu primeiro contacto com a filosofia, foi sem dúvida confuso. O professor Josias, aplicava todos os seus conhecimentos e dedicação, na explicação de algo que na vida real consideramos efémero, e foi algo que eu percebi logo na primeira aula, em que reflectimos sobre se uma parede será algo mais.
Agora, acho que as aulas estão mais simples, e que ao contrário de antes, podem ser compreendidas por todos.
Ao longo deste ano percebi, que a filosofia, é muito útil em todas as áreas, pois para tudo que iremos fazer, será sempre necessário saber argumentar, reflectir e interrogarmos sobre o que nos rodeia.
Precisamos de ser criativos, e não nos podemos enganar com as verdades aparentes.
Filosofia para a vida!!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Reflexão sobre o discurso do bispo D. João Evangelista

As ideias que retirei, do curto discurso de sua santidade, foram que devemos ajudar-nos uns aos outros, de modo a atingir a felicidade, e que no nosso dia-a-dia, devemos tentar aplicar medidas, nas nossas famílias, e só depois globalizá-las, e não o contrário, que é o que se observa nos dias de hoje.
Devemos ter uma noção do que nos envolve que envolva várias perspectivas, de modo a conseguirmos chegar a conclusões mais próximas da verdade.
Resumindo ser feliz !!

Jorge Vasconcelos, 12

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Reflexão sobre o filme "Pôr em prática as boas práticas"

O filme "Pôr em prática as boas práticas" mostra como a nossa escola, é tão conceituada, a nível de notas, através de notícias e publicações, em jornais locais.
No filme, tivemos a oportunidade de ver os valores primordiais, de alguns alunos do 7º ano da nossa escola, que variavam entre telemóveis e relógios, etc.
Porém este filme também ilustrou que a nossa escola, está longe de perfeita, chocando-nos com a quantidade de lixo, que pudemos observar, tanto nos corredores, com nas salas de aula.
Após a visualização deste filme, acredito, que não devem ser só os resultados que merecem reconhecimento, mas também, as condições da nossa escola, e a responsabilidade que temos para com ela, mantendo-a limpa.

domingo, 2 de maio de 2010

Reflexão sobre cartoon - Aula 28/04/2010

O cartoon mostra que mesmo sem acreditar num Deus, este "ateu", utiliza o seu nome. O que acontece é sem duvida uma contradição, pois um ateu, que não acredita que aja um ser superior, Deus, não pode falar de algo que não é.
Na minha opinião, este cartoon também representa a influência que a religião continua a ter nos dias de hoje, e que estas expressões continuam a ser utilizadas, mesmo por pessoas que não são religiosas.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Cuba, ilha paradisíaca?

(Neste texto vou descrever a minha passagem por Cuba, uma das ilhas mais conhecidas da América Latina)

Estas férias fui para Cuba, para desfrutar dos seus areais brancos, mar translúcido e esverdeado e para ver como seria a minha vida neste país.

Parti do aeroporto Sá Carneiro, e aterrei em Varadero, o maior ponto de turismo, sem contar com a capital, Havana. Mal cheguei percebi que a vida das pessoas é muito pobre, e que devido à ditadura é um pais muito atrasado, à excepção da medicina, que se encontra muito avançada aqui.
Os carros que se vêm na rua são muito antigos, as habitações miseráveis e a população não tem nada pois tudo é controlado pelo estado, de grandes poços de petróleo a pequenos restaurantes pesqueiros, a única industria que escapa é o turismo.

A maior parte dos dias fiquei no hotel a desfrutar da praia e do mar, e sempre que um cubano passava na praia do hotel era rapidamente expulso dali, pois não são permitidos nas praias concessionadas.
Ouvem-se muitas histórias, de pessoas que tentam chegar aos Estados Unidos, clandestinamente, maioritariamente de barco, mas mesmo assim há pessoas que tenta atravessar a nado. Sempre que saíamos do hotel, as pessoas diziam que estavam muito satisfeitas com o regime, mas notava-se que não era verdade.

Cuba não tem qualquer vestígio da cultura ocidental no seu pais, principalmente da cultura americana, não há coca-cola ou fast-food, por exemplo.
As únicas pessoas que conseguem “fugir” da ilha, de maneira legal, são os desportistas que devido a competições internacionais conseguem abandonar o país.

As pessoas são muito calmas, e na capital é normal encontrarem-se mulheres de 70 anos a fumar os tão conhecidos charutos cubanos, um dos orgulhos do pais, e a cobrar para tirarem fotografias. Algumas construções na capital, ao contrario do resto do país são de uma riqueza inestimável, como o Palácio da Revolução ou o Capitólio.

Agora que vi um pais assim, muito semelhante à Venezuela e outros países da América Latina, percebi que mesmo vivendo pobremente as pessoas sentem-se gratas por terem o que nós achamos de mínimos. Não há liberdade de expressão ou propriedade privada, e é por isto que acho que devemos dar mais valor ao que temos e pensarmos, de vez em quando, nestas pessoas que mesmo sem nada, tentam ser felizes.