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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Reflexão sobre o Discurso do Bispo do Porto D. João

Ser Feliz! Para mim esta pequena frase foi o principal de todo o discurso, e é o resumo doq eu foi dito no geral por ele, pois para ser feliz como pessoas é ver as coisas mais pequenas e dar-lhes valor, pois não se deve valorizar as coisas superiores essas não tem grande valor, mas as pequenas mesmo aquelas que nem se consegue ver são as melhores.
E outro motivo para ser feliz é ajudar quem precisa e ser amigo das pessoas que se sentem sozinhas sem ninguém ao lado delas, ao fazer isto vai se formar um grande sentimento bom dentro de nós e isso faz-nos feliz, pelo menos a mim faz.

Telma Almeida nº20

quinta-feira, 18 de março de 2010

Amor

O amor é um sentimento muito nobre e forte.
E não existe nenhuma designação certa para definir o amor.
Ser amado ou amar alguém é muito bem, mas para isso tem de se saber se aquele sentimento é mesmo amor, por vezes pensa-mos que amamos alguém, e na verdade não é amor, mas sim, simplesmente gostas como um amigo.
Mas afinal como é que sabemos se é amor ou não?
Esta questão é muito pertinente e difícil de obter uma resposta, pois eu acho, que cada um de nós é que tem de descobrir por si próprio se o que sente é amor ou outro sentimento que se parece com o amor, pois ele é o mais forte de todos.
Agora vou dar a minha opinião ou pelo menos o que acho sobre este assunto.
Na minha opinião o amor é muito forte e bonito, mas para ele ser isso temos de cuidar muito bem dele, lidar ou viver com ele e principalmente respeitá-lo.
Quando suas pessoas se amam de verdade, têm de dar sempre algo sem querer nada em troca. Têm de aceitar o outro com defeitos, se for o caso, e se os tiver não deve nem podem tentar muda-los, para virtudes, isso está errado, nós temos de aceitar o outro com o maior dos defeitos, claro se gostar ou amar essa mesmo pessoa, se não aceitar deve afastar-se ou acabar o namoro se for o cãs, e tem de ser sincero naquilo que vai dizer, pois quando não se aceita não gosta nem ama.
Numa relação ambos têm de ser amigos para ajudar a enfrentar os problemas, dificuldades e apoiar nos momentos menos fáceis que possam existir.
Pode-se dizer que o sentimento – Amor – pode aparecer na adolescência, mas ás vezes não é amor, mas sim uma mera ilusão, ou de passagem, ou seja, são poucos os casos que aparecem, e que se chama amor verdadeiro e que dure muito tempo.
Tenho a certeza que um dia vou conseguir explicar melhor, pois por experiência própria. Até quem sabe mais do que imagino, porque nunca se sabe quando a amor “bate á porta”.

quinta-feira, 4 de março de 2010

O utilitarismo de Staurt Mill

Stuart Mill, filósofo inglês do século XIX, contactou desde cedo com as ideias de Jeremy Bentham, amigo de seu pai e fundador do utilitarismo. Na adolescência manifestou o desejo de modificar o mundo através de reformas sociais e politicas.

Com Conte, fundador do possitivismo, partilhava a ideia de construir uma ciência positiva dos factos sociais que permitisse assegurar a ordem e o progresso da sociedade. No entanto, ao contrário de Conte, o possitivismo de Mill, influenciado pelo espírito científico e empirista inglês afasta-se de qualquer pretensão metafísica de encontrar princípios ou verdades absolutas. Por isso, na sua obra Utilitarismo, argumenta contra a tentativa de fundamentara moral em valores ou princípios absolutos.

As propostas filosóficas de Staurt Mill pretendem afirmar o Homem, os seus direitos e liberdades fundamentais, acreditando que cada individuo se encontra em processode evolução.
A ideia de progressão do espirito humano é central na sua filosofia.